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Tabaco aquecido. Será este o fim do cigarro convencional?

“Fumar mata.” O slogan das campanhas de saúde pública é agora também usado pela própria indústria tabaqueira, apostada em criar novos produtos para reduzir esse risco. É o caso do IQOS, aparelho de tabaco aquecido, lançado pela Philip Morris e que está a ter grande sucesso no Japão, o terceiro maior consumidor de tabaco do mundo.

A fila dá a volta à pequena loja em Harajuku, numa área do bairro Shibuya, em Tóquio. Quem espera, quer apenas retirar a senha que lhe permite comprar mais tarde o pequeno aparelho de que vem à procura. Não estamos a falar de um novo smartphone ou consola, mas do IQOS. Um aparelho de tabaco aquecido, comercializado desde 2014 pela Philip Morris Internacional (PMI), que tem feito sucesso junto dos japoneses. Mas o que tem de especial este aparelho e esta técnica de tabaco aquecido para gerar uma procura desta ordem entre os japoneses, os terceiros maiores fumadores do mundo? Primeiro, o aspeto tecnológico não deve ser descartado, depois o facto de este produto se apresentar como tendo um potencial de risco reduzido em relação ao tabaco convencional.

Esta nova forma de consumir tabaco é a nova aposta da PMI, que tem vindo a sublinhar o seu potencial de ser menos prejudicial para a saúde, e até levou o seu presidente, Andre Calantzpoulos, a admitir que estaria disposto a acabar com os cigarros convencionais.

Uma afirmação que os promotores de saúde pública e opositores naturais da indústria do tabaco não veem como bondosa. “O marketing recorre aos aspetos mais vantajosos de acordo com a época. Houve um tempo em que era uma questão de imagem, quem fumava tinha estilo. Agora é uma questão de alertar para os riscos. Está-se a promover a bondade de um produto que não tem bondade”, alerta Emanuel Esteves, médico e presidente da Confederação Portuguesa para a Prevenção do Tabagismo (COPPT), que vai mais longe ao considerar esta abordagem da tabaqueira multinacional “insidiosa”. “Custa dizer que é publicidade enganosa e só por pudor não o dizemos. Mas é perigoso apresentar estes produtos como tendo risco reduzido porque as pessoas vão pensar que é preferível ao tabaco tradicional e ainda não conhecemos os efeitos que estes novos produtos têm”, acrescenta o médico.

Ora, estas críticas já eram esperadas pela indústria que espera combatê-las com investigação científica e dados comprovados. Para já o estudo é recente: tem um ano. O que não quer dizer que não existam já indicadores animadores para a PMI. “Temos um estudo clínico que tem acompanhado três grupos de pessoas ao longo do último ano. Um grupo continua a fumar cigarros, outro deixou de fumar e um terceiro passou a consumir IQOS. Uma pré-análise feita a três meses mostra-nos que os biomarcadores de exposição ao tabaco são muito semelhantes entre os utilizadores de IQOS e o grupo de quem deixou de fumar”, garantiu Nveed Chaudhary, diretor da comunicação cientifica da PMI ao grupo de jornalistas (três gregos e um português) que foram convidados a conhecer o fenómeno do tabaco aquecido, na sala da sede da Philip Morris, no Japão. Este estudo tem ainda um período de observação pequeno – apenas um ano – e tem ainda que ser validado cientificamente pela comunidade. No entanto, a empresa está confiante de que estes vão provar que estão no caminho certo, para continuar a fazer negócio, mas um negócio menos maligno.

Até porque como os próprios admitem há quem não queira deixar de fumar – mesmo que esse comportamento tenha sido, segundo a OMS, responsável por cinco milhões de mortes em 2016 – e é preciso continuar a produzir para eles. E esses, que não querem deixar de fumar e estão a mudar para o IQOS, dizem estar mais do que satisfeitos. Tanto no Japão como em Portugal. Em terras nipónicas as grandes vantagens apresentadas sobre este produto são a ausência de cheiro e o facto de o fumo não incomodar os outros. Por cá, elogia-se também uma melhoria no estado físico.

O que é o IQOS

Sabendo que há consumidores que nunca vão deixar de fumar, porque investe então um gigante do tabaco em formas alternativas de consumo? A resposta é dada pela própria empresa: “Desenvolver produtos inovadores que têm o potencial de reduzir o risco para os fumadores e para a população comparando com os cigarros de combustão é também essencial para manter e fazer crescer o nosso negócio a longo prazo”. A mesma ideia é referida pelo presidente da Philip Morris Japão, Paul Riley. “Vender no mercado tradicional é difícil. Colocar este produto no mercado agora é nadar contra a corrente, mas se temos um produto que não é tão mau como o cigarro convencional, porque não fazê-lo?”

Antes de chegarmos à sala da PMJ em Tóquio, foi-nos explicado o funcionamento do

e como este produto pode ser menos prejudicial que o tradicional cigarro. O pequeno aparelho – que tem uma bateria e uma caneta onde se colocam os heatsticks que são fumados – custa 70 euros, foi oferecido aos jornalistas pela Tabaqueira, a subsidiária portuguesa da PMI. Ora neste aparelho, o tabaco não arde, é apenas aquecido, evitando a produção de muitos dos fumos tóxicos identificados nos cigarros.

Em cada inalação de um cigarro normal são inspirados mais de 7000 mil químicos, apenas porque este arde. Cem desses químicos foram classificados como potencialmente ou mesmo prejudiciais para a saúde. Para os investigadores da Philip Morris isolar esses químicos não é solução porque não se sabe o que cada um provoca, explica Nveed Chaudhary. Assim, a alternativa encontrada pelos mais de 300 investigadores que trabalham no Cubo, na Suíça, foi criar uma forma de consumir nicotina através de tabaco, mas sem o fumo prejudicial. Segundo a empresa o fumo libertado pelo aquecimento do tabaco a 400 graus centígrados tem menos de 90 a 95% de substâncias prejudiciais que se encontram no seu antepassado. Produz menos 98% de mutações genéticas nas células e reduz em 95% os prejuízos nas células, apontou Nveed Chaudhary, ele próprio um fumador convertido a este novo produto.

Assim, nasceu o IQOS que foi lançado em 2014 em Nagoya (Japão) e Milão (Itália). Em 2015, chegou à Suíça, Lisboa, Moscovo (Rússia), Bucareste (Roménia) e onde tem tido mais sucesso é em Itália e no Japão – neste país já tem mais de um milhão de consumidores. No ano passado, esta forma de tabaco aquecido chegou a 20 mercados, incluindo Dinamarca, Alemanha, Mónaco e Londres.

O IQOS é assim a nova forma de consumir a nicotina – o elemento do tabaco que cria o vício. “Sabemos que a nicotina não é completamente segura, mas não é o que causa as doenças associadas ao tabaco. É o elemento que cria dependência e um aumento da pressão arterial, mas não é o elemento mais prejudicial”, afirmou na sua apresentação o responsável da Philips Morris pela comunicação científica. Com este produto, a gigante tabaqueira acredita estar a cumprir o objetivo de “dar nicotina a quem quer consumi-la sem os componentes mais prejudiciais do tabaco e de uma forma atraente”.

O médico Emanuel Esteves alerta para o facto de a nicotina até poder não ser o elemento mais nocivo do tabaco, mas que não é inofensivo: “Além da dependência, a nicotina produz efeito a nível do sistema nervoso central e cardiovascular, o que pode levar à morte.” Por isso, defende que “são precisos estudos isentos e mais tempo para se perceber os efeitos deste produto”. Mas o melhor mesmo “é não fumar”, aconselha Emanuel Esteves. Surpreendentemente, este é também o conselho da tabaqueira.

O IQOS funciona com pequenos heatsticks – vendidos em lotes de 20, como os tradicionais maços de tabaco, a 4,70 euros cada – que são colocados na caneta e permitem entre 10 e 12 inalações. O aspeto destes cigarros, todos comercializados pela Marlboro, é semelhante ao dos tradicionais, embora mais pequenos. No fim da utilização são deitados para o lixo, mas quase sem sinais de terem sido usados.

Japão, um mercado particular

Um dos japoneses que procura abastecer-se de heatsticks na loja de Harajuku conseguiu escapar-se do trabalho por minutos e contou-nos à pressa o que o convenceu a trocar o tabaco convencional pelo IQOS. “Sou cabeleireiro e fumo este produto há um ano. A grande mais valia é não deixar cheiro nas mãos, assim não tenho que me preocupar com os clientes. E quase não tem fumo e assim também não incomodo quem está à minha volta”.

Este japonês é um dos sortudos que já conseguiu ter acesso a um dos aparelhos, que, em dezembo, esgotaram em Tóquio. É que para os japoneses este produto tem outra vantagem. A lei não permite que fumem na maior parte das ruas, nem no interior de espaços fechados, mas não há esta restrição para o IQOS, pois não produz cinza ou fumo intenso. A sua utilização é possível tanto na rua, nos cafés com espaços exclusivos para estes fumadores e nas lojas de fumo, que apenas servem para comprar tabaco e fumar lá dentro.

E do ponto de vista de quem passeia por estes espaços de fumo, há uma clara diferença. Numa loja em Akihabara – o bairro das lojas de jogos e de animação – à entrada, onde se consome tabaco tradicional, o ar é quase irrespirável e a visibilidade reduzida pelo nevoeiro produzido pelos fumadores, nem sequer há vontade de ali comer uns snacks. No primeiro andar, exclusivo para fumadores de IQOS cheira a tabaco, mas o aroma é ténue, como se se tratasse de um cachimbo de água. Não se sente ou vê o fumo.

A mesma diferença é visível no café Miyamas Bar, em Shibuya. Aqui há um espaço onde só se pode fumar IQOS, até às cinco da tarde. Depois desse horário, o consumo é permitido a todos os fumadores. A diferença, segundo o gerente Daiki Seo, é que “os consumidores de IQOS se misturam com os não fumadores”, enquanto que os tradicionais não se misturam. “É uma experiência mais cool”. Ainda assim, Daiki Seo diz ser necessário passar mais tempo para poder acolher apenas utilizadores de IQOS, isto porque “ainda há mais fumadores tradicionais”.

Certo é que esta é uma área em crescimento no Japão, onde “há 4200 lugares onde se pode fumar IQOS”, sublinhou Paul Riley. Com este produto, a Philip Morris conseguiu “roubar” fumadores aos principais clientes da tabaqueira japonesa, o principal operador no Japão. “Sete em cada dez utilizadores do IQOS fumavam outras marcas”, referiu o presidente da Philip Morris japonesa. Nos maços de tabaco tradicional, há desde julho do ano passado, avisos para que os fumadores mudem para o tabaco aquecido.

A crescer em Portugal

Em Portugal, a experiência ainda é muito passada de boca em boca. Quem chega à loja do Chiado soube do produto por amigos ou familiares ou então porque viram uma demonstração. Todos eram fumadores e não queriam desistir do vício. E agora não veem a necessidade de o fazer, já que dizem ter descoberto um substituto que só tem vantagens.

“Agora, já não tenho que correr para ir lavar as mãos sempre que quero pegar na minha filha.” É talvez a maior vantagem que Joana Araújo encontra na opção de mudar para o IQOS há quase um ano, embora o marido também já lhe tenha dito que notou diferença. “Até mesmo o hálito não tem nada a ver, ele agora diz que já não cheiro a cinzeiro”, conta Joana, que trabalha na organização de eventos, e sempre que o ritmo apertava os maços desapareciam num ápice. “Desta forma posso continuar a trabalhar, não tenho que pôr a cabeça fora da janela para fumar. Aliás, nem sinto tanta necessidade de fumar.” A outra grande diferença está na resistência física: “Pode ser psicológico, mas já não fazia exercício há algum tempo, agora voltei a fazer e sinto que, apesar das dificuldades, tenho mais resistência.”

António Roxo também sente mudanças na sua vida. Há um ano nem conseguia baixar-se para apertar os sapatos, hoje “podia ter duas namoradas, mas a minha mulher não me deixa”, diz a brincar. Foi o filho, que é promotor do IQOS, que lhe apresentou o produto e desde então converteu-se, depois de fumar tabaco tradicional durante mais de 40 anos. “Sinto só o prazer da nicotina sem os outros malefícios”, explica o comercial de 57 anos. O único senão, sublinha, “é o preço dos maços. Antes gastava 4,20 euros, agora são 4,70. Mas fumava três ou quatro maços por dia e agora só um e pouco destes.”

A loja que abriu em Lisboa segue o mesmo modelo de decoração das japonesas. Ali o movimento é sempre imprevisível. Na terça-feira da semana passada, pouco depois do almoço, apareceram quatro clientes quase em simultâneo, depois a procura abrandou. “É muito imprevisível. Às vezes achamos que vamos ter um dia calmo e de repente aparecem muitos clientes”, aponta a responsável das lojas nacionais, Filipa Bento. Positivo mesmo foi “o período do Natal”, sinal de que “o negócio está em crescimento”. No fim de 2016, o número de utilizadores em Portugal rondava os dez mil utilizadores.

Os clientes “têm maioritariamente 30 a 40 anos e são fumadores que procuram uma alternativa”, argumenta Filipa Bento. O conselho que dá para quem queira fazer a transição é de “uma semana sem fumar tabaco tradicional”. Uma vez feita essa transição, o regresso é quase impossível dizem os consumidores.

“Já voltei a experimentar, mas já não dá”, confirma Mariana Vieira, de 27 anos. A amiga, Tânia Castro corrobora e até reclama do tabaco tradicional. “Quando saímos à noite até parece que o cheiro do tabaco é mais intenso.” As duas jovens elogiam o facto de agora o cabelo já não cheirar a tabaco, mas “a shampoo”, e do hálito ser completamente diferente. Mariana estava à procura de reduzir o número de cigarros por dia, e conseguiu, já Tânia, de 26 anos, queria apenas mudar para algo que lhe desse o mesmo prazer do tabaco, mas que fosse menos prejudicial. Pensou usar cigarro eletrónico, mas “não era tabaco”. Esta parece ser outra mais-valia para os fumadores. Também Joana passou pelo cigarro eletrónico, mas “estava a fumar químicos e não tabaco”. Não gostou e voltou aos cigarros tradicionais. Até que conheceu o IQOS.

Os concorrentes e o futuro

A Philip Morris foi a primeira entrar no mercado do tabaco aquecido. Mas já há concorrentes como a Japan Tobacco Inc., a BAT ou a Reynolds que estão a entrar neste segmento do risco reduzido. Segundo a Philip Morris um segmento que serve um grupo de fumadores que não quer mudar para os cigarros eletrónicos. O objetivo empresarial é sempre o de criar uma variedade de produtos que possa servir todos os fumadores, na hora da transição.

A própria PMI tem em investigação e em fase de lançamento novas versões de cigarros eletrónicos – os MESH – que vão permitir perceber quando já não há nicotina para inalar, evitando assim as inalações em seco. Mas têm uma outra versão de tabaco aquecido em que o aspeto do produto está mais próximo do cigarro convencional, não precisa do aparelho para aquecer o tabaco recorrendo a uma fonte de calor de carbono pressionado. Só o tempo dirá qual o real impacto destes novos produtos.

A Jornalista viajou a convite da Philip Morris

Fonte: http://www.dn.pt/sociedade/interior/tabaco-aquecido-sera-este-o-fim-do-cigarro-convencional-5604616.html?utm_source=Push&utm_medium=Web

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